[Conto] O maior corno do mundo

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Autor: Corno e Puta
Categoria: Heterossexual
Data: 25/05/2011 16:39:07
http://www.casadoscontos.com.br/texto/201105720#.U4NO5dJdUVI

Parte 1: 

Olá, me chamo Ângela, tenho 33 anos, e estou aqui para falar um pouco sobre meu marido, Paulo, com quem sou casada há sete.
Primeiramente, esclareço que, hoje sou uma verdadeira puta, mas, quando conheci meu marido, eu levava uma vida sexual dita normal. Eu tinha 23 anos e havia transado com poucos homens: perdi a virgindade aos dezessete, e desde então havia transado somente com seis caras diferentes, três destes namorados fixos. Nunca fui santa, defensora da castidade, mas também não ia pra cama com qualquer um.
Dito isso, volto a falar de Paulo.
Nós nos conhecemos numa balada na Vila Olímpia, que, para quem não conhece, é o bairro de São Paulo com a mais agitada vida noturna da cidade.
Depois de alguma conversa, acabamos ficando na danceteria, depois trocamos telefones. Senti uma atração muito grande por ele, tanto que, após duas ou três vezes em que saímos, acabamos indo para um motel, onde ocorreu nossa primeira transa, que foi maravilhosa. Paulo, desde o começo, me comeu muitíssimo bem, não tenho do que reclamar dele.
Engatamos um namoro, depois noivado, tudo corria muito naturalmente. E foi a partir do noivado, quando eu completei 24 anos, que as coisas começaram a mudar.
Após muitas transas, estávamos cada vez melhor na cama, e resolvemos inovar: começamos a usar fantasias, brinquedos eróticos, lingeries diferentes etc. Até que, buscando apimentar nossa vida sexual, Paulo sugeriu conhecermos uma casa de swing.
Após um susto inicial (eu não era muito atirada, apesar de gostar bastante de sexo), resolvi topar a brincadeira, só para conhecer, e, de quebra, imaginava transar loucamente com meu noivo após voltar da tal casa de swing, que, com certeza, teria cenas suficientes para aumentar (ainda mais) a nossa libido.
Só que, para nossa surpresa, nossa experiência na casa de swing foi bem mais intensa...
Dentro da casa, lá pelas tantas, começamos uma conversa com um casal simpático e divertido. A conversa foi fluindo naturalmente, e, temperado pelas caipirinhas que todos bebemos, o papo começou a esquentar, até que o casal nos convidou para uma cabine reservada na parte de trás do clube.
Breves olhares entre mim e Paulo. O casal era bem atraente, e o desejo falou mais alto.
Aceitamos o convite... e me surpreendi com o tesão que sentimos, com tudo o que rolou naquela cabine pequena e escura!
Realizamos a troca total de casais, com sexo oral, penetração (claro que com camisinha) e até bi feminino! Adorei conhecer outro homem... e outra mulher ao mesmo tempo! (mais tarde descobri que sou bissexual ative e passiva, mas isso é outro conto, rsrs)!
Mas, não estou aqui para detalhar nossa primeira experiência, e sim para falar do Paulo, de como ele se tornou o maior corno do mundo... pelo menos, na minha opinião, né?
Pois então. Ficamos com os contatos do casal que nos iniciou, nos despedimos e, na volta pra casa, uma parada no motel e uma transa louca, só nós dois, essa sim como eu havia imaginado...
No dia seguinte, conversamos mais calmamente sobre o ocorrido, e concordamos que havia sido ótimo pros dois (e para o casal amigo também, lógico)... e que queríamos repetir. Foi um papo franco e muito esclarecedor.
Isso porque Paulo me revelou que seu maior tesão na noite havia sido me ver com outro homem, “dando pra outro macho”, nas palavras dele.
Confesso que adorei ouvir isso, pois o sentimento que me fez gozar tão loucamente com aquele desconhecido era justamente o de me sentir puta, devassa...
Não fiquei com ciúmes de ver o Paulo com outra, longe disso, afinal conversamos bastante antes de partir para a troca real, e nunca fui do tipo ciumenta, ainda mais que hoje sabemos que no mundo do swing, não há espaço para esse sentimento de posse.
Mas eu e Paulo concordamos que o ponto alto da nossa excitação foi minha transa com Cleber (Cleber e Ana são os nomes do casal), sendo que a transa de Paulo com Ana foi ótima, mas não nos deixou com mais tesão que já estávamos.
Isso acabou por mudar nossas vidas pra sempre...

Parte 2:

Na primeira parte contei como eu, Ângela e meu marido Paulo (na época noivo) fomos a uma casa de swing, e adoramos tudo, principalmente eu foder com outro homem.
A partir dessa conclusão, a de que o que nos excitava mais era eu dando pra outro, Paulo e eu optamos por experimentar o ménage masculino. Assim, começamos a procurar um candidato em um blog de relacionamento erótico.
Escolhi Gabriel pelo seu perfil no log e por sua beleza, e Paulo disse que não tinha objeções.
O encontro aconteceu após algum papo no msn, e outros papos ao telefone.
Gabriel era muito simpático e sedutor, sem beirar a cafajestagem. Elogiava na hora certa, apimentava o papo sem forçar a barra. E que corpo era aquele, meu Deus! Seu 1,91 m me deixava louca, adoro homens altos... o Paulo tem 1,80m, normal, mas eu acho que, com minha altura, 1,74m, combino mais com o Gabriel...rssrsrsr.
Após alguns momentos nos conhecendo, em um barzinho, Gabriel sugeriu, sem muita demora, de irmos a um motel que ele conhecia, e que aceitava mais de duas pessoas na mesma suíte. Seus olhos azuis me devoravam. Eu nem deixei Paulo pensar, aceitei por nós dois (já que eu havia gostado bastante do moço, rssr).
Ao chegar na suíte, Paulo sentou na poltrona ao lado da cama, e disse pra não termos vergonha, que ele não ia “se meter” na brincadeira. Confesso que adorei, pois meu lado vadia já se manifestava, e eu queria ficar com aquele Deus grego sem ter que dividir minha atenção com mais ninguém...
Transamos muito, em várias posições, e Paulo só na punheta.
Gabriel era delicioso, me pegava forte, me fez tremer de tesão. A cada passada de mão, a cada beijo, eu queria mais dele.
Ele me falava palavrões no ouvido, me chamava de puta, vadia, vagabunda... “ vem cá, loira vadia, toma rola, que é o que você merece”, ele dizia. E eu adorando cada segundo.
Tantas fez o moço que resolvi... dar o cu pra ele! Logo eu, que não dava o cu pra ninguém, nem pro meu noivo! Mas eu sabia, no fundo eu sabia, que Paulo iria adorar essa minha concessão a um desconhecido...
E foi o que aconteceu. Falei “come meu cu, quero você no meu cu”... e Paulo, apesar de arregalar os olhos, abriu um sorriso de tesão puro. E assim eu fui enrabada pela primeira vez, por um homem que eu conhecera uma hora e meia antes!
Gabriel não teve dó de mim, mesmo eu falando que era a minha primeira vez. Me arrombou de todas as formas, com aquele caralho enorme, grosso, 22x9 cm, acho que não sobrou nenhuma prega do meu cuzinho inteira...rsrs Apesar da dor, que era intensa e incômoda, adorei ser arrombada na frente do meu noivo!
Dolorida, acabada, toda gozada (Gabriel gozou na minha boca, e, na segunda gozada, lavou meus peitos e barriga), só então me lembrei que Paulo estava no quarto, rsrsrs. Olhei para ele, que tinha se acabado na punheta (bateu três), que me disse:
-“Amor, isso é a melhor coisa do mundo!!”, no que respondi:
-“Gostou, é, meu corninho? Pois a partir de hoje você vai ver como sua noivinha é puta...” .
Gabriel riu, e disse: “Não se esqueçam de mim, hein?”. Voltamos pra casa satisfeitíssimos, e transamos muito.
A partir daí, meus amigos, levamos a minha putaria e a cornice de Paulo às alturas. Todas as loucuras que conseguimos imaginar para ele ser mais corno, nós colocamos em prática.

Parte 3:

Depois de nosso primeiro menáge, decidimos colocar todas as nossas fantasias.
Um parêntese: entre as tais loucuras que sempre pensamos para que Paulo seja mais corno, e eu mais puta, é claro que não vou aqui inventar, como li em algum conto, de “armar uma suruba para engravidar de outro”, pois isso já não seria mais fantasia sexual, e sim um crime contra a criança que vai ter um pai perdido pelo mundo, um desrespeito ridículo e sem sentido.
Agora, voltando à nossa tara, posso assegurar que Paulo é muito mais corno do que jamais sonhou...
Depois de Gabriel, os ménages masculinos se seguiram. A princípio, uma vez a cada dois meses, mais ou menos, Paulo sempre presente na transa, apesar de não participar. Novos parceiros eram escolhidos de tempos em tempos, sendo que nos seis meses seguintes dei para quatro ou cinco diferentes.
Depois, comecei a exigir mais variedade, queria mais paus na minha bucetinha de puta... e no meu cu, que era “de todos, menos do corno”, como eu sempre digo.
Começamos a aumentar a frequência de machos, e dentro de dois ou três meses já estava dando para um por semana. Quarta-feira era o “dia do chifre”, como chamávamos.
Geralmente, o corno comprava uma lingerie para me exibir para o macho comedor, e de vez em quando eu exigia uma roupa nova, ou novos brincos, perfume etc. Afinal, corno que é corno deixa a esposa sempre linda e preparada para levar vara de outro, né!
Mas isso ainda não bastava. Decidi que eu passaria a sair com homens sem o Paulo... não preciso dizer que ele adorou a ideia.
E assim se seguiram mais alguns meses: eu saindo com os meus machos, eles batendo fotos ou filmando, e na volta o corno assistia a tudo. Não era raro voltar só no dia seguinte, após uma sonequinha no motel, um café da manhã e quem sabe mais uma foda antes de voltar pro coitado do manso. Gabriel se tornou meu favorito, e foi o homem que mais me comeu até hoje. E a data do casamento chegando...
Nessa época, além de dar pros machos, eu curtia muito me exibir pela net, na câmera. Adorava deixar os machos babando, e me deliciava com as esporradas que eles me mostravam do outro lado. Claro que isso era sempre um aperitivo para as fodas ao vivo.
Cerca de três meses antes do casamento, eu resolvi dar um passo a mais na putaria: parti para as festas a três, quatro ou até a cinco. Encontramos grupos de machos em sites de swing, e passei a experimentar esse maravilha que é o gang bang: me sentir usada, abusada, servindo machos desconhecidos e atendendo seus caprichos... que delícia é ser vagabunda!
Paulo, é claro, concordou, e cuidava dos detalhes, de marcar os encontros, arranjar um local etc.
Eu voltava para casa de Paulo sempre toda esporrada e arrombada, pois é claro não podia voltar assim para a casa de meus pais! Paulo me dava banho, e, se eu estivesse a fim, me comia com a vontade de todo corno, depois que é chifrado. Caso contrário, ele me levava pra casa e voltava pra se acabar na punheta, que é o que corno merece.
Nossa relação ia cada vez melhor. Paulo me jurando amor eterno, e eu já mais que acostumada a ter vários e vários paus, como, aliás, acontece até hoje.
É claro que nem cogitamos parar com a putaria após o casamento, até porque, casado, o chifre na cabeça de Paulo seria maior ainda, e nossa satisfação idem!
Como bom corno, Paulo me deixa fazer tudo o que quero, e sou eu quem decide tudo, ele apenas é avisado, não tem a menor chance de discordar ou palpitar.
Ele sempre me dizia que adorava que eu tivesse inciativa, não queria pedir pra ser corno, queria que isso fosse consequência natural de ter uma noiva puta, de ter escolhido uma cadela no cio pra casar. Foi assim que, faltando cinco semanas para nosso casamento, contei ao corno que eu tinha bolado um plano. Um plano que eu tinha criado pra aumentar a galhada em sua cabeça, de uma forma que ele iria delirar, muito mais do que com tudo que eu tinha feito até então!

Parte 4: 

Na parte III deste conto, falei sobre um plano que eu tinha, para satisfazer meu desejo de ser puta e o de Paulo ser chifrado...
Paulo ficou ansiosíssimo para saber detalhes do meu plano para escancarar sua cornice de vez. Eu, calma, respondi que tinha uma coisa importantíssima que ele tinha que fazer antes de saber meu plano.
Foi então que fiz Paulo contratar um SPA, que fica em uma cidade do interior de São Paulo, a cerca de duas horas de carro da capital, onde moramos. Nesse SPA sempre se hospedam atrizes famosas e personalidades, é um luxo só. Curioso, mas obediente (como todo corno deve ser), o tonto acertou os detalhes.
Inventei, então, para nossas famílias, que o corninho tinha me dado de presente um mês no SPA, para eu perder uns quilinhos (não que eu precise, modéstia à parte) e ficar linda para o dia do casamento. O chifrudo, é claro, confirmou a história toda.
Paulo fez o que mandei, sem perguntar, embora eu soubesse que ele estava morrendo de curiosidade e de tesão. Contamos a historinha, apresentamos o recibo, que aliás ficou bem caro, rsrsrsrs. Mas corno é isso mesmo, paga para ser chifrado.
Falei pra ele que não iria pra SPA nenhum, que essa lorota serviria só pra ninguém estranhar se eu “sumisse” por um mês, às vésperas do casamento.
E aí, quando ele não aguentava mais de curiosidade, é que disse que ia contar meu plano.
Nessa hora eu tirei uma folha de papel da gaveta do criado mudo, onde eu havia redigido os termos que ele teria que seguir à risca e comecei a ler pro frouxo ouvir. Disse pra ele:
-“Presta atenção no que você vai ter que fazer, hein, seu corno manso! Vamos lá, dividindo o plano por semanas: “
1 - “Na primeira, semana, seu chifrudo, vai rolar gang bang dia sim, dia não, com dez machos gostosos escolhidos por mim. Isso em algum lugar reservado que você, seu cornudo, vai arranjar, se vira!! (detalhe: até então eu tinha feito sexo no máximo com quatro num dia só). Vai rolar DP, DP anal, DP vaginal, fila pra comer cu, buceta, pra depositar porra na minha garganta etc. Você ainda vai contratar um fotógrafo e um filmador para registrarem tudinho!!!
Nos dias de descanso, quero massagistas mulheres para eu me recompor, e se der vontade, transar com elas. Como sou gulosa, as ´massagistas´ são só para meu prazer, e os meus machos não vão poder tocá-las (só eu serei comida), então o lugar tem que ser grande para eles não se cruzarem”.
2- “Na segunda semana, vou fazer ponto na Rua Augusta (Rua de São Paulo famosa por seus puteiros, e pelas putas e travestis que trabalham nas calçadas), mas fazer ponto de verdade, como puta que eu sou. Vou dar por dinheiro, seja novo, velho, alto, baixo, magro ou gordo. Você vai ser meu corno cafetão, mas é claro que o dinheiro vai ficar todo pra mim, né corninho, afinal, seu papel é só me levar para o “abate”, e me recolher no fim da noite, toda fodida e cheia da grana.
Foda-se se eu encontrar algum amigo seu por lá (o escritório de advocacia em que Paulo trabalha fica a poucos metros dessa rua, e sei que eles frequentam os puteiros depois do expediente), aí que que vou fazer questão de dar bem caprichado pra ele!”
3- “Na terceira semana, seu frouxo, você vai pagar uma viagem para Cancún para eu levar o Gabriel, que é meu macho preferido, e faço questão que seja no mesmo hotel que contratamos para nossa lua de mel, que é para o Gabriel ter o gostinho antes. Além do mais, quando for a lua de mel de verdade, todo mundo no hotel olhar vai para sua cara e saber que você é um corno, porque a sua mulher esteve lá duas semanas antes com outro macho.
Ah, e pode ter certeza que vão lembrar da minha cara, pois vou dar pro Gabriel em tudo quanto é canto daquele hotel, todo mundo vai ver a gente se agarrando, quem sabe até não sejamos expulsos por ´conduta indecorosa´, rsrsrssrsr!
Claro que vamos tirar muitas fotos juntinhos, como namorados, e outras bem picantes, de preferência em pontos turísticos, pra ficarem bem parecidas com as da lua de mel de verdade...”
4- “Por último, pra terminar, vem o melhor de tudo: vou passar esses últimos sete dias em São José dos Campos. É isso mesmo que você está imaginando, seu coió! Vou para a casa do Júlio, meu ex-namorado, aquele por quem eu era apaixonada, e por quem você morria de ciúmes! Não quer ser corno, trouxa? Agora aguenta!!
E confesso que ainda tenho uma queda violenta por ele... Sem contar o tesão que sempre vou sentir por aquele gostoso! Não me importo de ter sido chutada por ele, que me traiu com minha melhor amiga. Eu quero ele de novo, me fodendo, me arrombando, porque sempre me lembro dele, e sei que ele ainda é louco pra me comer...
Já liguei pra ele e ele adorou! Falei que estava morrendo de saudades, o que aliás é verdade, e já até prometi meu cuzinho pra ele, coisa que ele nunca experimentou, ele ficou maluquinho! Disse que precisava dar pra ele de novo antes do meu casamento... Ele até falou de a gente voltar a ficar juntos, mas é claro que não quero! Não porque não goste dele, ainda gosto muito, mas porque é muito melhor casar com você e continuar dando pra ele quando eu quiser!
Afinal o Júlio é homem de verdade, nunca me dividiria com ninguém, mas como sou muito puta preciso de um maridinho manso, pra poder foder com quem eu quiser, e ainda ter um otário me esperando e pagando minhas contas... hahahahaha!”
Confesso que fiquei com medo da reação de Paulo, após ler o contrato... afinal, a brincadeira que fazemos é deliciosa, e tudo o que estava escrito ali era verdade, mas amo meu corninho, e não queria magoá-lo por pegar pesado demais.
Fiquei olhando pra ele, que, a princípio, não esboçou reação, estava meio aéreo, meio que digerindo as barbaridades que tinha acabado de ouvir. Fiquei meio receosa, queria chorar, achei que tinha feito merda. Mas me segurei e mantive a pose, afinal se comecei, tinha que ir até o fim.
Mais instantes se passaram. Paulo parecia olhar para o nada. Suei frio. Paulo passou uma das mãos na cabeça, caminhou pela sala. Meu coração parecia uma balada eletrônica, de tão rápido que batia.
Paulo pediu o papel com os termos do plano. Leu atentamente. Minha boca estava seca. Até que ele levantou os olhos na direção dos meus e disse:
“- Amor, você é um gênio!! Vamos cuidar disso já!! Eu te amo demais!!!”
Nessa hora toda minha angústia desapareceu. Eu abracei e beijei Paulo, e nós fodemos como nunca, ele gozou três vezes, e até o cuzinho eu liberei para o corinho, afinal, depois dessa ele merecia né...rssrrssr
As semanas se seguiram, tudo correu conforme o planejado (detalhes eu conto em outra oportunidade, tá?)... dei muito, fui mais puta que nunca, e voltei para casar com meu corninho lindo, que de tão banana, levou mais galhos do que uma árvore, rrsrs.
No dia do casamento com Paulo tudo correu normalmente, sem putaria, ate porque passei o dia todo no salão fazendo dia de noiva. Mas, como ninguém é de ferro, dois dias antes eu ainda fodi com o Gabriel na cama do apartamento novo, e fiz questão que meu corno otário dormisse no chão, e testemunhasse aquele cavalo me arrombar de todas as maneiras, e ainda fiz o tonto tirar fotos instantâneas de tudo com uma Polaroid velha que era do meu pai, para decorar nossa nova casinha...rsrssrsr.
Depois, dormi abraçadinho de conchinha com o macho pauzudo, e de manhãzinha ainda acordei mais cedo pra fazer o café da manhã do jeitinho que o Gabriel gostava, afinal adoro tratar bem meus machos!

Parte 5: 

O casamento foi lindo, a festa idem. Tudo com muito respeito.
Já a noite de núpcias...essa foi uma putaria só, como não poderia deixar de ser... Vocês acham que eu perderia a chance de cornear o frouxo justo naquele dia?! Claro que não!!
Isso porque, com antecedência, é claro, fiz o cornudo reservar mais uma suíte ao lado da nossa, onde já estavam me esperando dois irmãos deliciosos e safados, pra quem eu sempre dou gostoso.
Primeiro eles vieram até nossa suíte, eu ainda de vestido de noiva, que foi devidamente arrancado pelos dois irmãos caralhudos.
Fodi com os dois por cerca de uma hora: DP, gozo na boca, dedos no cu, muito beijo na boca... e o corno só podia olhar.
Claro que eu nunca iria dar pro corno na nossa noite de núpcias... nesse dia tão especial, minha buceta, meu cu, minha boca, TINHAM que ser só dos machos dominadores! Pro corno só sobrou a filmagem, que ele é claro fazia muito bem, pra ter material com que se contentar depois, rsrs.
Depois da primeira gozada dos irmãos, falei pro corno: “Seu bobinho, agora fica aí vendo o que acabou de filmar e se acaba na punheta, que eu vou pro quarto desses tesudos foder a noite inteira! Me encontra amanhã às 8:00h no café do hotel.”
Ele respondeu, delirando de prazer: “claro, minha linda, seu corno vai obedecer direitinho!”.
Saí sem olhar pra trás, e na suíte de Cláudio e Estêvão (é o nome dos dois cacetudos), fui fodida bastante, em todos os meus buracos, como adoro fazer. Dormi satisfeita no meio dos machos, cú e buceta ardendo. E pela manhã, antes de descer para tomar café com o coió frouxo do meu agora marido, ainda bati uma punhetinha para cada um, e bebi toda a porra que ainda tinha sobrado...rssrrs
No final do dia, partimos para o aeroporto, rumo à tão esperada lua de mel.
A nossa lua de mel em Cancún foi linda, e foi como eu pensava, pois, além do mar e do céu maravilhosos, adorei ver que todos os funcionários apontavam pro corno e cochichavam, já que tinham presenciado minhas estripulias com outro poucas semanas antes, rsrsrs.
É claro que houve muitos momentos românticos, afinal sou uma puta mas tenho coração! Nos vinte dias que ficamos por lá, houve tempo para jantares à luz de velas, para fazer amor devagarzinho... mas a puta safada dentro de mim falava mais alto , assim como o corno manso otário dentro de Paulo, então é claro que ia ter putaria né! Rsrssr.
Vou contar um segredinho: na primeira lua de mel, a de “mentirinha”, convenci Gabriel a me deixar dar para um ou dois funcionários (foram dois, hehehe), só pra ter certeza de que na segunda lua de mel eu seria lembrada...rssrrssr.
Então, Paulo teve certeza de que ser corno era o que ele queria, pois aguentou todos os olhares e comentários, e à noite me mostrava todo o tesão que a situação lhe dava!
E nem preciso dizer que eu achei aqueles dois funcionários pra quem tinha dado... aí já viu né? Rsrssrsrsrsrrsrsrs. Foi um festival de cacetes, DPs, esporradas pra todo lado, quer dizer sempre para meu lado, rsrsrs.
Assim, meu casamento começou de forma perfeita: eu me consagrei como uma vadia rameira, devassa e ninfomaníaca, e meu Paulinho só fez crescer seus galhos, porque eu continuo até hoje levando pica de tudo que é lado, em tudo o que é buraco.
Hoje, tenho uma vida plena pelo lado emocional, pois amo demais meu corninho, que também me ama muito. Temos uma relação incrível, conversamos muito, rimos sempre, fazemos tudo juntos... a não ser quando saio com meus machos, claro rsrsrs.
E na parte sexual, estou realizada. Sempre tenho novos machos à disposição, paus de todas as cores e tamanhos, aventuras loucas e muita foda, é claro.
Como comentei antes, descobri minha bissexualidade. Transo sempre com mulheres, apesar de ser bem mais frequente eu dar pros meus machos.
Claro que prefiro um caralho, sempre, mas não transo com mulher só por fantasia, não. Tenho muito tesão pelas minhas gostosas, já namorei algumas, de frequentar boate GLS e tudo! Até fiquei dois meses sem dar pro Paulo, só pra agradar uma namorada ciumenta, rsrsrs.
Mas não gosto de mulher macho (apesar de já ter saído com uma): todas têm que ser bem femininas e gostosas, como eu. Hoje estou sem namorada, só estou com meus pauzudos, mas, logo logo sei que vou sentir falta de chupar uma buceta, “colar um velcro”, rsrs... adoro um 69 bem feito com uma mulher tesuda, dividir brinquedos eróticos...
Eu participo de muitas surubas também, sempre que possível. Às vezes vou junto com um dos meus machos, que precisa de uma vaca para poder entrar em casas de swing (se ele for sozinho, e entrada é muito mais cara).
Em outras, vou sozinha mesmo, só pra compor o quadro das vadias...rsrs. Tem vezes, ainda, que vou com uma amiga ou namorada, e é claro que rola de tudo nessas festas, até chuva de mijo... Que eu a-do-ro!! Bebo mijo de homem, de mulher... delicioso!
Adoro homem, adoro mulher, adoro travesti, desde que queiram foder bem gostoso comigo, estou lá! Enfim, puta que é puta transa até com cachorro (isso é OUTRA historinha que conto outro dia, rsrs)!
Tenho dois namorados fixos: o Gabriel, que é a melhor transa que já tive, e o Júlio, meu ex-namorado, que agora está morando em São Paulo, num bairro bem pertinho... Amei muito ele, no passado.
Hoje só amo meu marido, mas Paulo sabe que ainda arrasto um bonde por aquele safado que tanto me fez sofrer. Mas puta é isso mesmo, o amor que tenho por Júlio hoje é amor de pica, e isso ele me dá direitinho...rsrsrs
Com eles eu saio como namorada mesmo, saio pra jantar, passear no parque, volta e meia durmo na casa deles... amo somente meu marido, mas sinto uma paixão muito bonita pelos dois.
Dia 12 de junho, Dia dos Namorados, é lindo: de manhã eu fico com o Gabriel, preparo o café da manhã pra ele, trocamos presentes. Depois, é claro, uma foda bem gostosa. Já no final da tarde, depois de foder muito, assistir um filminho, bastante carinho e chamego, me despeço e volto pra casa, para me arrumar pro Júlio.
Júlio então passa pra me pegar à noitinha, lá pelas 19h. Jantamos num lugar escolhido por ele, sempre restaurantes caros e muito românticos. Ficamos relembrando nossos tempos de namoro, num clima de romance, eu mato minhas saudades daquele homem lindo... adoro o papo de Júlio, ele é muito engraçado e carinhoso. Depois, vamos à melhor suíte de algum motel bem caro, previamente reservada e fodemos a noite toda.
Antes de amanhecer, Julio me deixa em casa, nos despedimos com um beijo apaixonado (no ano passado ele parou em frente ao meu prédio, eram umas seis da manhã, e fiz um boquete pra ele, e o melhor é que teve vizinho que viu...rsrssr).
Ao entrar em casa, o corno banana está me esperando, com meu presente, geralmente alguma jóia ou bolsa cara. Em troca, ele ganha uma foda bem rápida, já que estou exausta (e só na bucetinha, nem chupeta faço), e depois fica vendo as fotos tiradas pelo Gabriel e pelo Júlio....rsrs.
Em outros anos, a gente troca: Julio fica com o dia, e Gabriel à tarde, porque ele também gosta de me comer num motel cinco estrelas...rssrrs.
É claro que os presentes que dou pros meus namorados, o restaurante caro, o Motel, tudo é pago no cartão de crédito do chifrudo, rssrsrrs. Paulo ganha muito bem, e, como disse, corno é tem mais é que bancar a esposa puta e os machos dela junto! Rsrssr.
Eu sou contra transar sem camisinha, porque as DST não são moleza. Mas com o Júlio e com o Gabriel eu transo sim. Mas fazemos exames periodicamente. Não que isso seja 100% de garantia, né, mas eu confio nos meus lindinhos... Claro que eles transam com outras, são livres e desimpedidos, mas me garantem que sempre de camisinha.
Não recomendo isso a ninguém, e só faço sem camisinha com eles e com Paulo. Mas é que não tem tesão maior que sentir a porra quente do(s) homen(s) por quem estou apaixonada, escorrendo no cu e na bucetinha...
Bem, amigos, a próxima parte do conto é a parte final, conta como anda a vida da putinha atualmente, e espero que deixe um gostinho de quero mais...

Parte 6 (final):

Nesta parte final, conto como está minha vida de putinha casada com corno.
Continuo dando pra vários machos. Faço pelo menos um gang bang por mês, pra não perder a prática...rssrrs. Tenho machos esporádicos, tanto os que Paulo me arranja, quanto os que eu mesmo caço. Um dos meus esportes é caçar... Adoro correr atrás de pinto, rsrsrsrs.
Mas isso são os machos do meio liberal. Eu não fico só nisso não, está pensando o quê? Sou uma puta, cadela no cio mesmo, então sempre quero mais.
Logo depois que casamos, senti a necessidade de dar para pessoas de fora do meio liberal, porque aí sim me sentiria traindo meu marido de verdade.
Hoje posso afirmar que não somente faço Paulo de corno, porque combinamos assim um dia. Eu na verdade traio mesmo, ou seja, faço muitas coisas completamente escondido do cornão.
Tem aqueles que Paulo sabe, na verdade a maioria: vizinhos de prédio, colegas de serviço (trabalho meio período numa empresa de exportação e importação), colegas do serviço dele (o chefe dele come um cú como ninguém...); meu personal trainer (não podia faltar né!)...
Ah tem família também: dou bastante pro primo de primeiro grau do corno, o Sandro. Nenhum deles sabe da aprovação de Paulo, acham que me comem escondido, rsrsrs.
Tem um tio do Paulo também, o Bernardo, que mora em Minas. Sempre que vamos pro seu sítio ele me come. Enquanto o Paulo está cavalgando pelos pastos, ajudando seu outro tio com o rebanho, eu estou cavalgando no pau de cavalo do Bernardo... rsrssrrs.
Fiz questão também de dar para os melhores amigos de Paulo. Um eu seduzi em um churrasco de domingo, o outro depois que me deu uma carona, enfim, só de amigos de Paulo já foi uma meia dúzia pra dentro dos meus buracos.
Repito, nenhum desses todos que citei sabem de nossa vida liberal. Pra eles, eu sou só uma vadiazinha e eles os sortudos que eu escolhi pra chifrar o Paulo. O que, pensando bem, não deixa de ser verdade...rsrsrs.
Só que sou uma putana sem limites. Falo com a boca cheia que sou vadia, cadela, vagabunda. Adoro ser rameira, uma vaca, sou mais fácil que empurrar bêbado na ladeira, rsrsrs.
Foi por isso que achei que, com a fama de corno garantida, já era hora de eu me divertir sozinha. E, quando digo sozinha, quis dizer em segredo, sem meu corno manso saber de nada.
Então, hoje tenho vários machos, alguns esporádicos, outros amantes, que conheci nas mais diversas situações, desde comprando pão até depois de uma fechada no trânsito...
Desses, eu mantenho sigilo absoluto, são só para ficar na minha memória, e desses meus casos Paulo nem desconfia.
Já tive até namorados secretos. Quantas vezes não inventei que ia em alguma vernissage, alguma inauguração de loja... rrrsrsrssrrs. Paulo acredita, já que acha que já dou bastante, não tem porque pensar que ainda arranjo amantes secretos...rsrs
Tive até namorados que me magoaram muito, já chorei por muito macho, com o coração partido. Me apaixonei por alguns, corri atrás deles, me humilhei mesmo... E o corno sem saber porque eu chorava. Sempre falo que é TPM...rssrrsrs.
Tem um desses, o Maurício, que no momento está fazendo balançar meu coração. Estamos saindo há cerca de quatro meses. Eu o conheci esperando um voo para o Rio de Janeiro, onde fica a sede da empresa onde trabalho. Ele não sabe do meu lado puta, pensa que sou apenas uma esposa insatisfeita (foi a história que contei pra ele).
Só que eu achei que fosse só mais um caso, não esperava me apaixonar por ele do jeito que me apaixonei. Muito. De doer o peito. Não sei se é amor, mas sinto muitas saudades quando não estamos juntos. Choro bastante, porque nos vemos pouco. Ele é casado, não tem muito tempo disponível pra mim. Vida de amante é fogo...
O sexo nem é tão espetacular assim, apesar de Maurício (eu o apelidei de Mau) ser muito gostoso e safado na cama.
Mas tem algo nele que me faz querer vê-lo de novo.
Talvez seu jeito meio tímido, ele se atrapalha com as palavras às vezes, eu acho muito divertido. Não sei... Paulo nem desconfia que tenho um sentimento tão próximo de amor por outro homem, se souber acho que ficará arrasado. Mas vou aproveitar esse caso com Maurício o quanto der, pois não consigo ficar sem ele agora. Já menti para Paulo que terei um curso em Nova Iorque, e passarei três semanas lá com meu querido Mau (ele enrolou a esposa também), fazendo amor e vivendo esse romance.
Tenho dado mais do que o normal, se é que isso é possível. Sem brincadeira, entre transas isoladas, namorados e gang bangs, lá se vão vinte metidas por semana, com caras diferentes. Tudo pra tentar preencher o vazio que a falta de Maurício me causa.
Meu corninho adora, sem saber de nada, afinal, pra ele, quanto mais chifres, melhor.
Não sinto remorso nenhum, gosto bastante de enganar meu marido. Minto mesmo, finjo, interpreto, um pouco pra ele não desconfiar de meus casos mais “sérios”, um pouco pelo prazer de humilhá-lo.
Várias amigas minhas sabem desses casos, faço questão de contar, adoro saber que olham pra ele com pena, pensando como sou safada e como ele é corno.
Deixa ele se contentar com os machos que ele sabe, e eu me realizo nas minhas paixões secretas...
Nunca me separarei de Paulo, porque o amo, e também porque sei que sou uma puta vadia, e nunca poderei ficar sem os caralhos que me fazem tão feliz, e isso só é possível graças ao meu maridinho manso. Ninguém aguentaria o que ele aguenta.
Paulo tem plena consciência que, claro sem contar nossa cumplicidade, que não tem igual, meu marido não é o número um em nada: não é a melhor transa, nem o melhor beijo, nem o maior cacete, nem o mais gostoso que já tive. Não é o mais bonito (apesar de ser bonito!), nem o mais charmoso.
Tem muitas qualidades como homem, mas nenhuma que já não tenha sido superado com folga por algum de meus comedores. Não me canso de repetir isso a ele, e adoro enumerar pro bobo no que cada macho meu é melhor que ele. A cara de satisfação quando ele ouve isso é impagável...
Vocês podem dizer que não valho nada, que Paulo é um coitado, que não há amor em nossa vida. Não é verdade. Eu o amo muito, talvez de um jeito torto, mas amo.
Nossa vida é diferente, sim.
Mas nosso lance não é físico, é espiritual. Paulo transa comigo uma ou duas vezes no mês, apenas, quando eu fico com dó de ele ficar se esfolando na punheta. Chupeta é raríssima, faço resmungando. Comer meu cú, nem pensar, se ele menciona esse assunto é castigo de três meses sem meter. Só buceta e ainda rapidinho, que é isso que corno merece.
Mas, por outro lado, sempre estamos juntos, resolvemos os problemas juntos, dividimos alegrias e tristezas, conquistas e decepções... Isso, pra mim, é um casamento feliz. E paciência para quem pensar diferente.
De um jeito torto, repito, eu cuido dele, não deixo faltar nada em casa, cuido das roupas dele, da agenda, lembro dos compromissos. Demonstro carinho por ele, faço massagem em seus pés etc. Não me acho uma má esposa, e nem ele também, podem ter certeza.
Perdi a conta dos caralhos que provei até hoje, sem brincadeira. Em oito anos, desde aquela transa na casa de swing, olha... é só fazer as contas. Por alto, as centenas de macho já ficaram pra trás...E tenho orgulho de falar isso, porque descobri em mim uma puta sem limites, e sou muito feliz assim.
A cada dia invento uma forma mais ultrajante de humilhar meu corno otário. Já fiz até ele falar com um de meus amantes, para tentar convencê-lo a não me dar um pé na bunda!
Ele obedeceu, é claro. Explicou quem era (o cara não sabia da nossa tara), disse que preferia ser corno a me ver infeliz... e não é que deu certo?! Rrsrsrs. Eu e Paulo rimos muito nesse dia.
Sempre me consolo com ele das brigas que tenho com minhas paixões. Faço questão de contar todos os detalhes (não das paixões secretas, claro), o porquê da briga, o que o cara me fez de mal... e o corno só consolando, rsrsr.
Numa dessas vezes, foi difícil convencer o corno que o macho merecia uma segunda chance. Alessandro era o nome desse negro lindo.
Ele tinha mania de beber demais, e numa de suas bebedeiras ele me deu um tapa. Cheguei em casa com os lábios inchados, falei pro chifrudo o que tinha acontecido.
Ele quis matar o Alê, mas é claro que não deixei ele sair do quarto. Alessandro era meio bruto, me tratava mal, mas eu estava vidrada no cacete de 26 centímetros daquele negão!
Depois de alguns dias, já recuperada, liguei pro Alê, claro que na frente do otário.
Ele falou que se eu estava esperando ele pedir desculpas, podia desligar. Disse pra falar logo o que eu queria, porque ele estava ocupado. Coloquei no viva voz, pro cornudo ouvir tudinho.
Falei, da forma mais safada possível:
-“Negão, eu não quero desculpas... quero seu caralho em mim... meu cuzão tá piscando só de pensar em rodar nessa pica... você não quer me foder?”
E ele:
-“Sabia, você é uma perva mesmo. Passa na padaria às três, é hora do meu almoço, a gente vai pra despensa e eu sento o reio em você. Mas vai ter que limpar toda a porra depois hein?”
Só olhei pro coió. Já eram duas e meia da tarde.
O trouxa virou, pegou as chaves do carro e falou:
-“Tá bom, me fala onde fica a tal padaria que eu te levo...”
É ou não é o maior corno do mundo?!
Hahahahahahahaha...
Espero que tenham gostado, beijinhos a todos!

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