[VIDEO] Menage com amigo - Câmera escondida

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

[VIDEO] Ligando pro namorado enquanto chupa 2

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

[VÍDEO] Menage delicioso com a esposa e a melhor amiga

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

[CONTO] Você é meu noivo, mas meu dono agora é ele!

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Autor: Sophia Lima
Enviado em 23/11/2012
Link: http://www.contosonline.com.br/conto-erotico/voce-e-meu-noivo-mas-meu-dono-agora-e-ele

Acho que tenho algum problema. Sempre gostei de me sentir humilhada, mas por toda minha vida sempre arrumei namorados bonzinhos. Mas só sinto tesão quando estou em situações de humilhação ou quando estou humilhando alguém.
Meu nome é Sophia, tenho 23 anos, sou branca, cabelos castanhos e olhos claros. Sou muito bonita e gostosa.
Meu conto é sobre meu relacionamento com meu noivo (Bruno, 27) e com meu amigo (Rodrigo, 25).
Bruno é um santo. A única coisa que gosta de fazer é jogar futebol com os amigos no fim de semana, onde também joga Rodrigo. Quando fazemos sexo é só no estilo papai e mamãe. Totalmente sem sal. Bom, minha história começa quando vi meu amigo Rodrigo chamando a namorada dele de estúpida na frente de todo mundo e terminando com ela. Fiquei molhadinha quando vi a cena, mas não contei nada sobre isso para Bruno, que na época já era meu noivo. Algo mudou dentro de mim quando vi aquela cena. Todas as semanas eu vou a quadra  para assistir os jogos dos dois e, inconscientemente , nas semanas seguintes ao termino do namoro do Rodrigo, comecei a flertar com ele. Olhar de outro jeito, até que um belo dia ele reparou. Ele chegou para mim no intervalo do jogo e disse: _Tá me olhando muito Sophia. Quer alguma coisa?
Eu sorri e fiz que não com a cabeça, mas comecei um processo de encarar cada vez mais. Rodrigo elogiava meu vestido, meus pés (ele tem fetiche por pés), meu sorriso.

Bruno, nem de perto percebia que eu passei a ir nos jogos com saias mais curtas e mais perfumada. E cada vez mais Rodrigo se aproximava de mim, puxando assunto. Diferentemente de Bruno ele é muito direto. Num belo fim de semana, ele disse: _Você tá muito gostosa. O Brunão tá passando bem. Dessa vez, eu soltei a frase: _Pena que parece que ele não gosta do que tem.

E ele respondeu: _Olha, se fosse minha, eu tratava do jeito que merece. A começar por esses pésinhos lindos. Nas semanas seguintes, as inderetas passaram a ser mais diretas. Sempre que eu ia embora com o Bruno, fazia questão de olhar para trás e mandar um beijinho para o Rodrigo. Fazendo o possível para o Bruno perceber. Eu queria que ele percebesse. Num outro fim de semana, fui com uma minissaia bem sexy. Sentei na arquibancada e notei o Rodrigo tentando ver minha calcinha. Quando ele veio falar comigo, eu disse: _Quer alguma coisa docinho? Ele respondeu: _Deixa eu pensar. Bom... Quero sua calcinha. Ou dar um beijo nesse pésinho lindo. Eu ri e respondi: _Te dou minha calcinha, se você fizer um gol hoje. O Rodrigo não é o craque do time, mas naquele dia ele fez um gol no finalzinho do jogo. Na hora ele já olhou para mim. Quando Bruno me pegou na arquibancada, olhei para o Rodrigo e disse: _Você deixou sua carteira cair no chão. Eu coloquei ela de volta na sua mala.

Ele sorriu de forma maliciosa e disse: _Obrigado lindinha.

Bruno estranhou o fato dele me chamar de "lindinha". Somos amigos a muito tempo, mas nunca havíamos tido intimidades antes. Fui embora sem calcinha, e o Bruno, para variar, nem percebeu. A semanas começavam a se tornar cada vez mais longas, e eu ficava esperando aquele jogo de sedução.

Recebi uma mensagem no celular, dizendo: _Muito cheirosa. Vá sem calcinha no próximo jogo.

Estremeci só de ler a mensagem. Apaguei na hora.

No domingo, obedeci o pedido. Logo que chegamos na quadra, Bruno foi para o vestiário e o Rodrigo veio em minha direção, como um tigre. Tirou de dentro da sunga minha calcinha e disse ao meu ouvido: _Toma, pode vestir. Está gozada.

Por fora eu estava surpresa e aterrorizada, mas por dentro eu não podia me conter. Estava me sentido uma vagabunda. Tinham outras pessoas próximas a nós e eu fique com vergonha. Eu disse baixinho: _Seu tarado.

Bruno apareceu, cumprimentou o Rodrigo, e foram para o jogo.

Minha calcinha estava mesmo melada. Eu estava ensopada de tesão. Fui para o banheiro e vesti a calcinha. Esfreguei ela na minha vagina. Senti o cheiro daquela porra. Me senti totalmente suja. Fiquei com nojo de mim mesma, mas me senti incrivelmente saciada.

No final jogo, Rodrigo passou por mim e disse: _Gostou putinha? Não respondi. Quando Bruno apareceu, dei um beijo nele e fomos embora. Fiz de tudo para ele transar comigo naquela tarde, mas ele estava cansado por causa do jogo.

Durante a semana resolvi escrever para o Rodrigo. Disse que queria encontrá-lo pra gente conversar sobre o que estava acontecendo. Recebi a mensagem: _Sophia, você é namorada do Bruno. Se quiser ser minha puta, é só fazer o que eu mando. Ele é muito direto. Eu fico desconcertada. Nos jogos seguintes, ele sempre dava um jeito de chegar no meu ouvido e dizer alguma coisa. As vezes me chama de piranha, as vezes de linda, as vezes de vagabunda, etc. Resolveu dar um passo a mais. Faltou no jogo e foi até a quadra para me buscar depois do inicio do jogo. Fomos até o carro dele, e ele me mandou fazer um boquete. Eu chupei aquele pau cheiroso até que ele disse que queria gozar na minha boca. Eu nunca tinha tomado porra.

Ele disse: _Eu quero que você fique com a boca bem melada para depois beijar o seu corninho.

Eu já estava totalmente apaixonada por ele. Ele gozou bem gostoso. Eu acabei cuspindo tudo no chão. Ele tirou minha calcinha, limpou minha cara com ela, limpou o pau dele, e por último me levou ao orgasmo lambendo minha vagina. Ele disse: _Gostou piranha? Agora veste essa calcinha suja e vai lá assistir seu corninho jogando bola. De um beijinho nele.  Naquele dia, o Bruno brigou comigo. Ele percebeu que eu tinha saído da quadra. Eu tive que mentir dizendo que tinha sentido dor de barriga. Dei um beijinho nele com gosto de porra, mas ele não percebeu. Eu queria que ele percebesse, que me chamasse de vadia, que me desse um tapa. Mas ele era um anjo. Fui para casa, cheirando porra de um verdadeiro macho novamente.

Eu já não aguentava mais. Bem ou mal, todo o sexo até o momento tinha sido psicológico. Cada vez mais eu sentia a necessidade de ser maltratada. Queria ser usada por aquele macho. Queria sentir o pau dele. Novamente escrevi para o Rodrigo durante a semana, dizendo que estava precisando dele. Ele respondeu: _Oi vadia, pede para o seu corninho te trazer aqui na minha casa. Eu quero te comer. Venha as 19hs, sem calcinha. Não sei se você toma anti-concepcional, mas tome antes de vir, porque eu não gosto de usar camisinha.

Felizmente naquele dia Bruno estava trabalhando em casa. Aproveitei que Rodrigo é analista de sistemas e disse: _Amor, eu preciso ir na casa do Rodrigo, para ele me ajudar a resolver um problema no site da loja do meu pai. Chegamos na casa do Rodrigo e ele me recebeu com um abraço apertado. Deu um aperto de mão no Bruno e disse que iria ajudar a noivinha dele. Mal o Bruno virou as costas, e o Rodrigo já tinha enfiado a mão debaixo da minha saia. Foi me esfregando até entrar na casa dele. Nunca transei tanto. Gozei de todas as formas possíveis e imagináveis. Ele gozou na minha vagina, na minha boca, me fez engolir, fiz pela primeira vez sexo anal. No final, ele olhou pra mim, cuspiu na minha cara e me deu um tapa. Me disse: _Agora você é minha puta. Sempre que eu quiser, vou te chamar e você vem. Agora ligue para o corno vir te buscar. Liguei e enquanto esperávamos, o Rodrigo não deixou eu me limpar. Queria que eu fosse embora cheirando sexo. Quando o Bruno chegou, o Rodrigo abriu a porta e disse: _Cara, valeu. Pode levar. Até mais.

O Bruno não soube o que responder, entrei no carro de cabeça baixa. Ele percebeu que eu estava acabada e que havia algo errado. E eu resolvi dizer:
_Olha amor. Eu seu uma puta. Fiz sexo com o Rodrigo.

O Bruno olhou pra mim já chorando, viu meu estado, viu que era verdade. Perguntou por quê? Perguntou se era verdade mesmo. Caiu em prantos e nem conseguiu dar partida no carro.
Desceu do carro e foi tirar satisfação com o Rodrigo. Ele abriu a porta e disse: _Olha mano. Vocês são meus amigos. Gosto de vocês, mas na boa cara. Você não tava dando conta da gata que a Sophia é. Ela é mulher pra caralho. Precisa de sexo. Você é um broxa. Bruno só consegui dizer: _Cara, por que eu? Por que comigo?

Eu já chorava ao ver a situação que eu tinha causado. Eu gostava da humilhação, mas não queria o mal do Bruno. O Rodrigo disse então: _Velho. Eu comi sua mina de todas as formas. Gozei nela. Gozei na cara dela. Ela é uma puta. Sophia, vem aqui. Eu desci do carro e cheguei perto deles na calçada. E então o Rodrigo perguntou: _Vadia, eu quero te comer sempre. Você quer que eu te coma?

Voltei a ficar com tesão. Olhei para o meu noivo que ainda não tinha entendido nada e disse: _Amor. Eu sou uma puta agora. Sou puta desse macho. Desculpe. Se quiser terminar comigo eu vou entender. Eu te amo, mas eu gosto do jeito que ele me trata. Bruno chorando, disse que me amava demais. Que eu era a vida dele. Nesse momento o Rodrigo voltou-se para dentro de casa e me chamou. Chamou também o Bruno. Quando entramos, ele fechou a porta e disse:

_Bruno, deixa de ser corno. Termina com essa piranha. Sophia, você é minha puta. Se quiser casar com esse corno, case, mas você é minha vadia. Me pegou pelo braço e cuspiu na minha cara.

Eu não aguentava mais de tesão. Rodrigo olhou para o Bruno e disse: _Quer comer a vadia? Quer comer a minha puta? Fala corno...

Bruno não conseguia nem me olhar, nem olhar para o Rodrigo. Não reagia. Rodrigo abaixou a calça e o pênis dele estava rígido e ainda sujo de porra. _Vadia, meu pau tá sujo. Já que esse corno não te levou embora ainda e não quer te comer, limpe meu pau. Limpei aquele cacete gostoso na frente do meu noivo. Mais uma vez Rodrigo disse: _Quer come minha puta, seu corno? Quer cuspir na vadia que é sua noiva? _Sophia, da um beijo no seu noivo. Ele não vai ter coragem de terminar o noivado. Nessa hora eu já não ligava mais a mínima para meu noivo. Eu queria apenas ser a puta que eu havia me transformado. Dei um beijo no rosto do Bruno e esfreguei minha cara pra ele sentir o meu cheio.

O Rodrigo me pegou por trás e me fez ficar olhado para o Bruno. Me comeu novamente e disse: _Olha corno, olha como a vadia gosta de macho. Olha lá vadia. O pauzinho dele está duro. De que pau você gosta mais?

Eu respondi com tesão: _Gosto só do seu pau Ro. É muito mais duro do que o do Bruno. Rodrigo disse: _Seu corno, vou gozar aqui na bocetinha da sua sua noiva. Depois dê um bom banho na vadia.

Bruno chorava e então eu disse: _Fica tranquilo amor. Eu tomei remedinho pra não engravidar. _Vadia, olha pro seu corno enquanto eu rego seu útero. Se você engravidar, esse corninho aí é que vai criar a criança. Rodrigo deu uma gozada ainda maior do que tinha feito na parte da tarde.

Terminamos, ele levantou e falou: _Pode levar a vagabunda embora corno. Sophia, me liga depois pra gente combinar a próxima. Nessa hora, percebi que Bruno ainda estava perdido com tanta humilhação. Peguei a mão dele e saímos da casa do Rodrigo.

Eu disse para o Bruno: _Amor, eu vou entender se quiser terminar. Você é meu noivo, mas meu dono agora é ele. Esse foi só o começo. Esse homem me domina e eu domino o meu corno.

[video] Mulher faz marido chupar o pau do comedor

quarta-feira, 4 de junho de 2014

[Video] Marido chora e diz que ama a esposa enquanto ela dá pra um negão

terça-feira, 3 de junho de 2014

[CONTO] Minha mulher em nossa lua de mel

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Autor: Raphael
Orientação: HETEROSSEXUAL.
‪#‎Boss‬

Este caso acontece tem quatro ininterruptos anos. Somente agora tive coragem de contar para os Amigos leitores deste Site essa História de amor, paixão, traição, cumplicidade e tesão, que tenho vivido com minha querida mulher Heloísa. Tenho atualmente 30 anos. Quando comecei a namorar eu, Raphael tinha 23 e Heloísa 20 anos respectivamente. Estranhava muito o fato de ela ser ainda virgem, pois havia namorado durante dois anos outro rapaz com fama de comedor.
Helô (assim eu a chamo carinhosamente) é uma mulher bonita. Muito bonita mesmo. Clara, metro e setenta e dois, sessenta quilos, dentes lindos, cabelos longos, olhos esverdeados. Belo par de seios, salientes, médios para grandes, redondos, bem firmes, bicos salientes, rosados, uma bunda saliente e muito bonita. Tem uma bocetinha pequena e totalmente depilada. Não é uma miss, mas é uma mulher que chama a atenção.
Quando entrávamos na conversa de sexo, ela se mostrava aberta, liberal, até libertina. Falava de tudo. Dizia que queria ser completa para seu futuro marido. Que seria fiel, porém, seria bem putinha na cama. Mas se se descobrisse traída, pagaria, sim com a mesma moeda. Era seu desejo como Mulher. E me contava que o antigo namorado insistia muito para transarem, mas ela não se via preparada. Sentia imenso tesão nos amasso que davam, mas também sabia que ele não seria o homem que idealizava como marido. E dizia que ele seria, sim, um bom amante, não um bom marido, pois ela sonhava com estabilidade, conforto, poder dar educação aos filhos e isso ela não conseguia enxergar nele. Mas o tesão vivia estampado em suas faces durante os amasso. Mas se controlava.
Ponderando entre o tesão e a razão, ficou com a razão. Por isso o deixou quando sentiu que ele não era lá muito ligado aos estudos, à família e ao serviço. Valeu como experiência, pois foi seu primeiro namorado firme mesmo.
Conhecemos-nos num casamento de amigos, em 20 de setembro de 2002. Ela estava sozinha fazia já uns quatro meses e eu havia rompido fazia três meses um relacionamento de quase dois anos também. Nosso namoro foi de vento em popa e em seis meses ficamos noivos. Ainda não havíamos transado. Dávamos mil amasso também, chupava seus seios, ela ficava tesuda, me masturbava e adorava-me ver gozando, com a porra saindo forte e grossa. Era isso.
Certa noite, sozinho em casa, (janeiro de 2004) ela havia ido passar o final de semana na casa de uma prima, fiquei navegando a esmo em Salas de bate-papo na internet, depois, meio que por acaso, entrei numa sala onde se falava muito de sexo e conversei com alguns homens que diziam ser liberais. Deixavam a esposa, ou a namorada terem um ou dois amantes. Viviam felizes. Não havia, no falar deles, traição. Mas uma boa dose de cumplicidade e tesão.
Conversei muito mesmo. Também conversei com mulheres que diziam ser casadas e tinham amantes com anuência total do marido. Duvidei de muitos... Cheguei a duvidar mesmo que tal coisa acontecesse.
Mas gostei da conversa, fiquei excitado e outras vezes mais entrei na sala para conversar e até fiz alguns amigos virtuais, entre eles Fernando, que me fez acreditar na veracidade dos fatos, e não na fantasia apenas de muitos ali.
Ele me dizia assim: imagine só você chega a casa, sua mulher linda está se preparando para sair com o amante. Veste uma roupa ousada, a lingerie mais sensual; sorri maliciosa, diz boa noite para você, dá um beijo e sai. Volta depois de duas ou três horas satisfeita, feliz, conversa normalmente. Se você perguntar, ela fala o que fez. Se não perguntar, não diz nada. Depois ela dormindo e você vê as marcas nos seios, um ou outro apertão... Se o amante é o fixo, portanto de plena confiança eles transam sem camisinha mesmo e ela, de propósito, deixa a calcinha toda melada para você ver... E se depois você transar com ela vai sentir a umidade e com certeza o cheiro e o sabor de outro homem. Existe a cumplicidade. Não existe maior tesão do que isso. Saber, imaginar, sonhar. O ver não é interessante. Perde o encanto. E ele me dizia que era casado fazia quatro anos com Lívia, uma linda mulher. Viviam felizes. Desde o tempo de namorados ele lhe dava liberdade. Inclusive dizia que na própria lua de mel houve uma saída dela com seu total conhecimento e aprovação. E me dizia que tais saídas revigoravam o amor, a cumplicidade e o próprio casamento.
Sei que comecei a imaginar Helô tendo um caso também, saindo com outros homens com minha total anuência. Fiquei de pau duro.
E Fernando me perguntou: você está excitado em pensar nessa possibilidade? E eu lhe disse que sim, que havia ficado de cacete duro em imaginar essas coisas. Então me disse que eu tinha uma propensão muito grande em ser corno manso. Mas precisava aceitar essa situação para depois vivê-la intensamente sem medos, culpas ou traumas. E senti que ele descobria coisas de mim que eu mesmo desconhecia. Ele perguntava e eu respondia sim, sim, sim... às suas inquisições.
Começamos a conversar quase que diariamente e eu demorei a compreender esse tipo de prazer, mas passados dois meses e sabia perfeitamente o que queria. Queria mesmo ser corno manso! Mas me faltava agora a coragem para falar Heloísa sobre isso. Como falar. Ela poderia brigar até mesmo terminar nosso noivado. E me considerar um pervertido, um desequilibrado, até. Mas eu pensava e ficava de cacete duro. Masturbava-me pensando e imaginando Helô transando com outros... O tesão atingia as raias do absurdo. Precisava, sim, ter coragem para falar com ela... E também não ter vergonha. Fernando me ajudou e me deu dicas.
Certa noite (30 de abril de 2004, bem me lembro) o assunto entre mim e ela rolou e descambou para o sexo e fui falando, meio pelas laterais, muito reticente, e fui insinuando o que sonhava ou desejava que de fato acontecesse. E disse que achava interessante viver assim dentro da cumplicidade e da confiança total. Armei a teia e ofegante e nervoso, teci considerações sobre prazer, confiança, cumplicidade. Ela fez muitas perguntas, questionou, ouviu meus comentários, sondou o terreno me olhou tanto assustada e também com dúvidas me disse: amor, você está querendo ser um corno manso? É isso que meu lindo quer?
Confesso que a ouvi-la dizer Corno Manso, ao tempo que me deu um tesão inimaginável, também me deu um misto de ciúme e vergonha. Na hora não sabia onde enfiar a cara, para onde olhar. Mas meu cacete ficou duro e quase gozei. Tentei mudar o assunto, mas ela quis continuar. Perguntou-me novamente: amor olhe bem nos meus olhos e diga: você quer ser corno manso? Pelo que falou estou imaginando e somente imaginando por enquanto, é exatamente isso. Sua conversa está intrigante.
Disse a ela que estava sentindo uma sensação esquisita. Ela riu e disse: você sentiu tesão com essa possibilidade, não sentiu? Gostaria que eu transasse para outro? Fiquei quieto. Não sabia o que falar. Ela ficou alisando por cima da calça meu cacete e ficou falando coisas deliciosas. Melei-me todo gemendo e gozando. Ela adorou.
Depois mudei de assunto, ela também parou de falar. Mais tarde voltei para casa, liguei o computador e fui falar com meu amigo Fernando. Disse a ele que havia insinuado para minha namorada de minhas vontades e meu desejo em ser corno manso. Ele me deu os parabéns. O início foi muito melhor do que eu podia imaginar. Ela não me achou louco, pervertido, tarado.
Falei também que estava confuso e ele clareou minhas ideias e fez vir em mim todo o desejo em ser corno manso. E eu confirmei categoricamente a ele: sim, eu quero ser corno manso! Havia apenas um problema: Helô era virgem, pensávamos em nos casar logo e até então pensava que iria tirar sua virgindade na noite de núpcias apenas. Esse pacto entre mim e ela já estava estabelecido. E Fernando me disse que depois de casado teria tempo para isso, que não precisava pressa. Que minha namorada já havia sacado e se ela fosse mesmo safadinha, me enfeitaria a testa. Como ele aconteceu de forma parecida, mas eles já transavam durante o namoro. Foi mais fácil. E ela começou a sair com outros homens sempre sozinhos.
Passei a procurar na net alguma coisa mais e de fato encontrei muitos casais liberais. Encontrei este site de Contos Eróticos e li umas boas dezenas deles que falavam de traição e cornos.
A cada conto lido meu cacete ficava duro e eu chegava a gozar em imaginar Helô transando com outro. Decidi que faria nova abordagem com ela sobre o assunto.
Assim foi que num restaurante jantando (12 de junho de 2004, dia dos namorados) voltei ao assunto. Ela riu e sapecou: o meu amor está querendo ser corno manso. Olha que aceito sua decisão e entrego meu corpo e minha virgindade para outro antes de nos casarmos. Você já vai corno para o casamento... Ela falou isso e meu cacete parecia estourar dentro da calça. Ela percebeu e sacana mesmo apalpou meu cacete e disse: não acredito, meu homem é um corno manso. Bem, ela disse, ainda não é, mas sei que vai ser. Vai ser um corno manso orgulhoso de sua putinha. Vai ostentar com orgulho cada chifre. Mas não vou admitir isso de sua parte. Se um dia você fizer isso, te deixo na hora. Não quero ser corneada. Apenas cornear.
Depois dentro do carro conversamos mais e então ela tirou meu cacete para fora e ficou alisando bem gostoso e me dizendo coisas sacanas sobre o assunto. Gozei forte. Ela adorou e disse: nunca vi tanto tesão assim. Que corno manso arrumei. Te amo.
De tudo o que já havia lido e conversado com outras pessoas na net, perguntei a ela, seriamente, se teria coragem disso.
E ela me disse que sim, se fosse para nos dar prazer e nos fazer felizes, ela colocaria chifres em mim, sem culpas e medos. Me senti aliviado.
E perguntei: quem seria o felizardo?
Ela me disse que também não sabia, mas iria encontrar um macho para tal acontecimento. Não seria difícil ela me disse. E riu sacanamente, deixando no ar tudo o que um dia poderia vir a acontecer.
Também falei a ela que sequer imaginava, mas o acaso poderia a acontecer. Disse, porém, que não gostaria que fossem ou seu antigo namorado, muito menos pessoas de nosso relacionamento. Ela concordou.
Depois ficamos falando mais e disse que estava conversando muito com um cara na net, que também era casado e a esposa dele tinha um amante há mais de quatro anos, falei que descobri esse desejo meio por acaso, mas sim, eu queria, sim, ser corno manso, mas também não saberia dizer com quem.
Ela me perguntou sobre esse meu amigo. Falei que ele morava em outra cidade, no litoral, tinha 38 anos, era culto, inteligente, e ela disse que gostaria de conhecer esse meu amigo também, falar com ele na net e descobrir mais coisas a respeito.
Naquela mesma noite eles se conectaram numa sala e eu em casa também fiquei junto. Às vezes ela falava no reservado e ele me repassava o que ela havia falado. Percebi que a conversa entre os dois estava bem animada. Fernando seria um ponto de apoio para a realização de meu desejo.
Durante um bom tempo eles se falaram muito, e entre mim e ela o relacionamento ficou mais cúmplice, mais maduro, mais firme. Às vezes o assunto rolava e ela me dizia que havia falado com o Fernando boa parte da madrugada. Estávamos noivos e decidimos nos casar. Ela continuava virgem.
Nos dias que antecederam ao nosso casamento, ela me falou que estava muito feliz ao meu lado, que estava mesmo muito feliz, e iria me fazer o homem mais feliz do mundo, mas ainda faltava um item para nossa felicidade ser completa. Eu perguntei o quê e ela rindo bem sacana disparou: falta fazer de você um corno manso! E dizendo isso alisou minha testa e disse: quero plantar muitos chifres no meu amado.
Meu cacete ficou duro na hora e perguntei se ainda não havia sido e ela disse que não, mas estava perto o dia, pois somente depois de casada ela faria isso. Suspirei aliviado por sua fidelidade e perguntei com quem seria e ela disse: oras, que tal com o Fernando, o nosso amigo da net? Seria uma possibilidade, talvez. Estamos conversando muito e talvez com ele inaugure os chifres em você, meu amor! Nada melhor que um corno manso para fazer outro corno manso!
Ela falando isso e eu gozei nas calças. Ela percebeu, riu e disse: calma, meu amor fique tranqüilo, você vai ser corno logo, antes mesmo do que pensa ou imagina. Você quer que eu te conte antes ou depois do fato consumado? Mas garanto querido, será somente após nosso casamento. Quero me casar virgem. Já falamos sobre isso...
E eu lhe disse que ela é quem decidiria.
Ela falou: está bom, vou pensar se te falo antes ou depois. Ou na hora mesmo... quem sabe te conto enquanto estiver plantando os chifres em você... mas será depois de nosso casamento, fique sossegado quanto a isso. E eu fiquei. Sonhava com nossa lua de mel, nossa primeira noite e depois com o primeiro chifre.
Casamos-nos em 11 de junho de 2005 Naquela mesma noite, após a festa, fomos de viagem para nossa lua de mel. Como havíamos decidido ir para Porto de Galinhas, em Pernambuco, fomos de carro até São Paulo e pegamos o avião logo de manhã. Estávamos felizes. A cumplicidade estava estampada em nossas faces. Não falamos sobre o assunto mais.
Chegamos a Recife na tarde de 12 de junho, dia dos namorados. Alugamos um carro e fomos até Porto de Galinhas, onde durante dez dias, curtiríamos nossa Lua de Mel.
No hotel descansamos até a noite, que chega logo no nordeste, diferente daqui do Sudeste. Acordamos, tomamos um banho, saímos para jantar.
No restaurante Helô me fala que está chegando o momento de ser inaugurada e me fazer corno manso. E eu lhe disse que sim, que estava ansioso. E ela sapecou: então se prepare que vai ser logo. Meu cacete ficou novamente duro. Ela riu. Eu fiquei vermelho. Ela me acariciava me beijava e dizia: meu amor, meu homem, meu marido vai ser corno manso. Que delícia! Você acendeu a puta que havia dentro de mim. Se prepare que vou plantar muitos chifres na sua testa, meu amor, falava ela amorosamente.
Depois perto das onze da noite decidimos voltar para o hotel onde pensei que iríamos ter nossa primeira noite. Que ledo engano o meu!
Ela entrou no toalete, se arrumou toda, ficou linda, muito linda, deslumbradoramente linda! Colocou uma roupa sensual, toda preta, longa, decotada, um sutiã que delineava seus seios, uma calcinha que evidenciava sua bunda. Eu estava deitado esperando-a. Veio até mim sorrindo, falando baixinho e de forma meio rouca eu te amo, meu querido... Eu a abracei, a beijei, comecei a alisar seu corpo lindo, tentei tirar suas roupas, meu cacete estava duro, muito duro, mas ela se safando disse: calma, meu amor, você somente vai me comer quando estiver com a testa enfeitada!
Retruquei e disse que era nossa lua de mel, que estávamos somente nós dois ali, mas ela disse que sim, estávamos em lua de mel, mas para que o início fosse mesmo como iria ser sempre, eu deveria ter a testa com meus cornos antes.
Perguntei se iríamos ficar ali dez dias sem fazer nada, mas ela riu. Não, querido, não, meu amor, vai, sim, mas não hoje. Amanhã somente. Hoje você vai ficar aqui quietinho, não vai sair do quarto. Eu vou sair e não queira ir atrás me procurar. Vou sair com o Fernando. Vou dar para ele primeiro.
Sentei na cama com um jeito estatelado! Como? Perguntei.
Ela riu. Meu amor, o Fernando está me esperando numa suíte ao lado. Não posso decepcioná-lo. Falei há dois meses para ele dessa minha decisão e ele veio aqui passar uns dias neste mesmo hotel. E ele vai fazer duas coisas: tirar-me as virgindades da bucetinha e o cuzinho e inaugurar seus chifres.
Ela disse isso e olhou para meu cacete que saía calção e estufava meu roupão. Viu, meu amor, que tesão você está sentindo? Duvido que haja outro homem no mundo que tenha um início de corno como vai ser o seu. A mulher chifrar o marido na noite de núpcias! Entregar os cabaços para outro! Na frente e atrás! Viu que surpresa maravilhosa eu vou te fazer? É mais do que você sonhou! Mas quero que seu primeiro chifre seja inesquecível. Para você e para mim. Marquei com ele meia noite, agora são onze quarenta e cinco. Quer me dizer algo mais enquanto termino de me preparar para seus primeiros chifres? Amor vou entregar meus cabaços para o Fernando!
Fiquei calado. Ela pulou da cama, voltou-se em frente ao espelho e ficou ultimando sua pintura de forma sensual e provocativa. Estava linda!
Passaram-se mais dez minutos, ela vem até mim, me dá um guloso beijo, apalpa meu cacete que continuava duro como pedra. Diz apenas: ele vai saber ficar assim quando for a hora dele! Me espere, amor! abriu a porta e saiu com passos firmes, rebolando sensualmente.
Estava deitado e continuei deitado. Em estado catatônico mesmo. Meu cacete não amolecia. Não quis me masturbar. Tudo era uma imensa loucura. Mas meus sonhos e desejos iriam ser realizados. Estava feliz.
Liguei a televisão. Deu meia-noite, uma, duas horas. O interfone toca. Atendo. Era ela. Oi, amor, passe a mão na sua testa e me diga se os chifres já apontaram na sua cabeça.
Eu perguntei onde ela estava e ela me disse que estava pertinho, bem pertinho. Se eu não havia ouvido seus gemidos de prazer. Perguntou se eu estava feliz e disse-lhe que sim. Perguntou se eu a amava e lhe disse que mais do que tudo no mundo eu a amava. E também disse que sentia já os chifres apontando. E ela riu e me disse que eles iriam aumentar mais um pouco antes dela voltar. Fiquei orgulhoso e feliz com minha mulher.
Quatro e meia da manhã. Já havia uma tênue luminosidade quando ela abriu a porta, sorridente, linda, toda mulher e veio me beijar. Dizia que me amava muito, que eu era o homem de sua vida, o seu amor lindo, e seu marido corno manso!
Tentei algo, mas ela se disse cansada demais, que estava dolorida por sua primeira vez que na verdade foram três vezes, e que iria dormir.
Foi à toalete, colocou um roupão e praticamente desmaiou.
Sei que dormi também. Acordamos hora do almoço.
Meu cacete continuava duro. Ela foi tomar banho. Depois fiz o mesmo e saímos para almoçar. Estava ali, com minha mulher em lua de mel e havia sido chifrado na primeira noite. Ela havia entregado sua virgindade para outro! Senti-me o maior dos cornos do mundo!
Não tocamos no assunto. Não precisava. Era a tal cumplicidade que tanto o Fernando havia falado.
Voltamos ao hotel três horas da tarde. Entramos na suíte e ela veio para cima de mim me oferecendo seu corpo. Quando fui chupar sua bocetinha ela gemeu e disse estar dolorida, mas chupei e senti seu sabor. Estava toda com os lábios vermelhos. E pela primeira vez tivemos nossa transa. Ela bem sacana dizia coisas picantes, tipo: dei para o Fernando, pus chifres em você, meu corno manso. Ele abateu meu cabaço. Quer saber como foi? Quer saber os detalhes? Chupei o cacete dele, ele me chupou muito. O cacete dele me invadiu inteiro. Ai, doía e ele enterrava mais forte. Sangrou um pouco. Gozei muito. Ele encheu minha bocetinha com seu gozo. E me contava mil coisas... como tinha sido, dizia que o cacete dele era grande e grosso, que foi uma delícia. Mostrava os seios todos marcados de chupadas e me chamava apenas de corno manso.
E assim ela falando gozei forte dentro dela. Acredito que minha porra se misturou à porra dele, com certeza.
Um pouco mais e fodemos novamente.
Dormimos até oito da noite.
Saímos para jantar e onze horas da noite voltamos para nosso hotel. Tomei um banho demorado e ela fez o mesmo e novamente saiu lindamente, sensualmente vestida. Olhei-a em silêncio e ela me disse:
Amor, o Fernando vai ficar aqui mais dois dias. Não é justo ele ficar sozinho. Além do mais ele ficou de inaugurar meu rabinho hoje e estou louquinha para isso. Espere-me como ontem.
E assim dizendo abriu a porta e saiu me deixando sozinho, com o cacete duro e melado.
O interfone toca pouco tempo depois. Atendo e ela me diz gemendo e ofegante: corno manso, o Fernando está comendo meu cu! Passe a mão na testa e me diga se os seus chifres estão enormes. Eu respondi que eles estavam enormes e pontudos, lindos mesmo. E ela sapecou ofegante: Não vá querer me ferir com eles depois...ai, ai, ai, ai, como é grande o cacete dele, como dói, como está gostoso! Está entrando inteiro, amor, que delícia dar o cu. E gemia alto e eu ouvia o macho fodendo-a com vigor.
Voltou novamente de madrugada e me encontrou acordado e com o cacete duro. Riu e passou a mão na minha testa dizendo que os chifres estavam mesmo enormes e lindos. Pena que não apareçam em fotografia... ela disse. Como a noite anterior adormeceu.
À tarde acordamos, fomos almoçar e depois voltamos para nosso quarto. Pude finalmente comer o cuzinho de minha mulher. E enquanto juntos ela ficava me dizendo que o Fernando havia arregaçado seu cuzinho. Que ele fora o primeiro, que havia também ali inaugurado os chifres do corno manso. E dizia que ele havia gozado dentro. E gemia, gozava e me chamava de seu corno manso querido.
À noite ela saiu novamente para se encontrar com seu amante e deixou claro que passaria a noite toda com ele. Eu deveria dormir, e na manhã seguinte eles iriam para a praia contígua ao hotel. Eu deveria ir me encontrar com eles lá.
Foi difícil dormir. O interfone tocou três vezes. Quando estava dando a bocetinha, depois o cuzinho. Somente no último telefonema o Fernando falou comigo. Engraçado: era a primeira vez que falávamos ao telefone e eu nem sabia direito como ele era fisicamente.
Mas ele falava comigo e dizia que a Helô não podia falar, pois estava com a boca cheia de cacete. Ele perguntava se era bom ser corno manso e eu lhe agradecia pelo prazer que ele estava me proporcionando. E eu ficava ouvindo, ele falar e ela gemer, até que ele urrou alto e dizia a ela: bebe tudo, bebe tudo, safadinha, não desperdice nada... a Heloísa está bebendo sua primeira dose de porra. Estou fazendo dela uma puta completa. Como merece ser. E você é um corno especial, meu amigo. Depois ele me deu boa noite. Eram mais de quatro horas da manhã.
Acordei nove horas. Tomei um café rápido e fui para a praia me encontrar com eles.
Como ninguém nos conhecia. Eles ficaram juntos o tempo todo, parecendo marido e mulher eu ali ao lado de cacete duro e melado.
Depois ficamos conversando sob um guarda-sol e ela enroscada nele. E ela me dizia coisas picantes. Dizia que iria continuar a ser amante do Fernando e iria me botar muitos chifres mais. Disse que estava adorando trepar com o Fernando durante a lua de mel e que estava também adorando dar para mim. Estava satisfeita de tanto trepar. Que deveria era ter feito isso há mais tempo, mas que me preparasse pois eu não passaria em portas altas sem ter que abaixar a cabeça. Ela falava isso e ele ria e a acariciava...
Tardezinha nós voltamos para o hotel e ela ficou com ele ainda para uma despedida. Sei que uma camareira percebeu o que acontecia. Quando passei por ela riu e perguntou se eu era corno manso. Eu disse que sim, que era, sim, e estava orgulhoso por isso e em dez minutos de conversa falei a ela tudo o que estava ocorrendo. Depois me disse que precisava ir e me chamou de corno manso. Adorei.
Na frente do hotel era já noite quando ele se foi. Mas se despediram aos beijos e marcaram novos encontros para breve em nossa cidade. Um motorista de bugg olhou a cena e riu... Acho que entendeu a coisa...
Então curtimos nossa lua de mel maravilhosa. Foram mais sete dias onde transamos muito, muito mesmo. Ela estava radiante. Nas nossas transas me falava do Fernando, de como ele havia tirado seus cabaços, como havia bebido sua porra e eu gozava cada vez mais forte.
Faz quatro anos que nos casamos. Vivemos felizes e em harmonia. Quinze dias após nosso retorno e ela me telefona dizendo que vai chegar um pouco mais tarde. Era o primeiro chifre em nossa cidade.
Para terminar: Esta é uma história verdadeira. Heloísa ainda mantém seu caso com Fernando. Nunca os vi transando. Acho que o mais importante do que ver é saber. Imaginar. Eu nunca a traí e nem vou fazer isso. Não é o que me dá prazer. E ela largaria de mim, com certeza, se eu pulasse fora uma só vez.
Às vezes ela diz que vai chegar mais tarde, outras vezes, passa mesmo a noite fora. Nas minhas contas ela já saiu com mais de 20 homens. Inclusive um negro hiper super dotado, segundo ela com 25x6cm de calibre. Ela adora trepar com ele também.
Sempre que chega em casa, larga a calcinha no chão do quarto ou do banheiro toda empapada de outro homem. Não me diz nada. Conversa normalmente, até. Quando vamos nos deitar, vejo seus seios marcados, (ela faz questão de que voltem marcados sempre) se a chupo sinto o cheiro e o gosto tão peculiar de gozo. Depois ela me abraça carinhosamente e pergunta se sou feliz com ela... e digo que ela realiza todos os meus sonhos de felicidade... então transamos e ela me chama de seu corno manso querido...
Quando o Fernando vem, dorme mesmo em casa com ela e eu fico na sala de televisão, afinal ele tem todos os direitos, pois é seu amante primeiro, quem lhe tirou os cabaços. A mulher dele é mais liberal que Heloísa, pois sabe que ele está em casa com minha mulher. Às vezes ela telefona, fala comigo, digo que eles estão ocupados. Ela ri e também me chama de corno manso... e eu sou um corno manso assumido e feliz.

[VIDEO] Marido sentadinho vendo abrirem sua mulher no meio

domingo, 1 de junho de 2014

[CONTO] O amigo do meu marido

Escritos por: neide_carente
 23 de janeiro de 2006
http://www.contoerotico.com.br/contos/o-amigo-de-meu-marido/

Antes de começar essa narrativa, gostaria de fazer uma breve descrição minha e de meu marido, para que todos possam entender o porque disso tudo.
Chamo-me Neide, sou morena clara, cabelos pretos lisos até abaixo dos ombros, olhos pretos amendoados (estilo mestiça), 1,65, + ou 50 kg, bundinha redondinha e arrebitada, e topo tudo, desde que com carinho.
Meu marido se chama Reinaldo, mas a partir do fato que passo a narrar passei a chamar de corninho, é moreno claro bronzeado de praia, grisalho, 47 anos, 1,67, 75 kg, bem pouco dotado (12 x 3) e goza rápido.
Já havia traído meu marido algumas vezes, só não contava é que ele estivesse sabendo desses meus pulos. Há algum tempo ele começou a me falar de sua fantasia em me ver com outro homem, no inicio fiquei brava, mas comecei a sondar meu marido para ver se era verdade e se eu podia unir o útil e o agradável, isto é transar com quem bem entendesse, a hora que eu quisesse e ainda dominar meu corninho. Comecei a lhe dar algumas ordens na cama, tais como lamber meus pés, alisar seu cusinho, enfim ver se poderia dominar a situação. Quando percebi que seria possível domina-lo, falei para ele que se ele queria mesmo me ver fodendo com outro ele deveria procurar na internet alguém para botar chifre nele, ele retrucou dizendo que eu é que deveria procurar alguém e não ele, que ele era homem e não ficava bem ficar procurando macho na internet, ai eu fiz o teste final, falei que se ele quisesse continuar sendo meu marido, teria de fazer tudo que eu mandasse, e o incrível foi que ele aceitou, ai eu vi que teria um corninho manso e submisso a meus pés.
Após alguma espera de minha parte, meu corninho veio todo alegre dizendo que achou o cara ideal para transar comigo, disse que era um ex-cabo da Rota paulistana, que foi afastado em virtude de um acidente de trabalho (ficou com uma perna dura em virtude de um tiro), moreno claro, cabelos pretos estilo militar, 32 anos, físico em dia, 1,75, 70 k, e disse ser bem dotado, mandou apenas uma foto fardada, após analisar a foto e o e-mail que ele enviou, autorizei meu corninho a enviar a resposta e uma foto minha de tanguinha fio dental. Dali a uns 30 minutos lá vem meu corninho todo feliz com a resposta do Paulo, perguntando quando poderíamos nos encontrar, falei para o corninho dizer que poderia ser sexta á noite em um barzinho na cidade.
Tudo combinado ficamos ansiosos aguardando sexta chegar, ele arte muito mais que eu. Chegando na sexta me produzi toda colocando a mesma tanguinha da foto e um vestido de viscose sobre o corpo sem mais nada. Fomos ao barzinho aguardar nosso convidado, que pontualmente as 21:00 horas adentrou ao mesmo. Bebemos um vinho, conversamos um pouco e vimos que podíamos confiar, então o convidamos para ir até em casa.
Chegando em casa pegamos mais um vinho para cada um, sentamos e começamos a conversar, quando o Paulo falou que a foto não mentira que eu tinha um corpo muito bonito, foi quando meu corninho pediu para que eu ficasse em pé na frente dele e de costas para o Paulo, e me beijando foi levantando levemente meu vestido deixando Paulo ver minha tanguinha, ele ficou louco e falou é a mesma da foto, só que ao vivo é muito melhor, e começou a passar de leve a mão em meu bumbum, passou levemente a mão espalmada e vendo que não haveria resistência, passou os dedos levemente pelo rego de minhas popas descendo, passando sobre o cusinho e espalmando minha bucetinha, dei uma gemidinha de leve e meu corninho perguntou o que foi (ele ainda não havia visto que o Paulo estava me alisando) falei para ele e ele sorrindo me largou para que eu pudesse abraçar meu amante, só que ele não esperava que eu fosse beijar descaradamente o Paulo na frente dele, e como eu comecei a me esfregar em seu corpo, ele viu que Eu estava entregue e soltou as alças de meu vestido, com isso fiquei abraçada a ele apenas de tanguinha, e ele aproveitando o abraço e o beijo, passou a alisar minha bundinha e enfiar os dedos pelo cós da mesma tateando meu cusinho, olhei para meu corninho que estava de cara fechada com a cena, mas fazer o que não era isso que ele queria, mas acho que na hora bateu o ciúme, e ele não sabia se olhava ou se brigava e mandava parar, aproveitei para provoca-lo um pouco mais, comecei a desabotoar a camisa de meu amante e beijar seu tórax nu, e me abaixando soltei seu cinto e desci sua calça até os pés por onde a tirei, e por puro sadismo e para ver até onde meu marido ia agüentar, comecei demonstrar muito tesão a esfregar meu rosto e beijar a protuberância formada na cueca, cheirando, beijando, lambendo e me esfregando com gosto, fazendo aquele troço crescer cada vez mais, quando abaixei a cueca e aquela cobra pulou para fora, não me contive e passei a lamber e tentar enfiar aquilo na boca, foi quando meu corninho acordou e pediu para eu não chupar, que o combinado era apenas meter, não fazer amor com outro, olhei com raiva para ele e passei a enfiar o cacete do Paulo em minha boquinha, meu marido falou de novo para eu parar, tirei o mastro da boca e mandei ele calar a boca, afinal ele que propôs para eu transar com outro, ele que queria ser corno, então que se portasse um bom corninho manso que é o que ele era daquele momento em diante, e voltei a chupar o cacete do Paulo e tirando da boca falei para meu corninho: – Veja que Pau gostoso, grande e grosso, não essa minhoquinha que você tem no meio das pernas e diz que é cacete, o seu é apenas um pintinho perto desse. E voltei a chupar o Paulo, e ele vendo que eu dominava meu corninho, me arrastou para o tapete e partimos para um 69, comigo por cima com a bundinha virada para meu marido, enfiava a língua na minha buceta e um dedo em meu cusinho, e olhando para meu marido falou: – Olhe corninho veja que buceta gostosa e como esta meladinha, olhe que cusinho delicioso se abrindo para mim, sua mulher é uma putinha muito gostosa e eu vou arrombar ela toda.
Não me agüentando mais virei meu corpo e encaxei minha buceta em seu caralho e passei a cavalgar como uma louca gozando despudoradamente fazendo um tremendo escândalo, após eu ter gozado ele me colocou de quatro e continuou socando sem parar, fazendo meu corpo balançar com suas idas e vindas dentro de minha buceta. Sentindo um pouco de desconforto comecei a falar: – Devagar, seu pau é muito grande, mete gostoso, não para, me enche com seu leite.
Chamei meu marido e pedi para ele entrar em baixo e mamar meus peitinhos que balançavam soltos. Foi quando comecei a falar: – Ai que pau gostoso, hoje eu morro de tanto gozar, que delicia, vai meu corninho chupa meu grelo, quero gozar com um pau na buceta e uma língua no grelo.
Ele não queria descer, mas forcei ele para baixo e comecei a chupar seu pintinho, e forcei meu corpo em direção a sua boca e com isso ele passou a chupar meu grelo com o saco do Paulo batendo em seu nariz e sua boca, e quando o Paulo tirava um pouco ele acabava lambendo um pedaço do pau também. Foi quando eu muito louca falei: -Tira de minha buceta e mete no meu cu, me arromba com seu pau. Novamente meu marido tentou protestar, mas ai o Paulo já totalmente dono da situação, tirou de minha buceta e meteu na boca de meu corninho, obrigando-o a chupar e falou: – Isso seu corno, sente o gosto da buceta de sua putinha no meu pau, molhe bem ele para não machucar muito a Neide, isso chupa bem, agora lambe o cusinho dela para eu poder meter, agora chega pega meu pau e coloca no cusinho dela, isso me ajuda arrombar ela, abre bem o cusinho dela, isso pode soltar agora e volte a chupar a buceta dela, e sente o gosto de meu pau nela.
Ele voltou a me chupar e com isso chupava o saco e o que restava do pau do Paulo, o Paulo não agüentando mais começou a mostrar sinais de gozo e tirou o pau de meu cu esporrando sobre minha bunda, me melando toda e escorrendo ate á a boca de meu marido que estava em baixo, o prendi com as pernas e fiz ele ficar lambendo a porra de meu amante.
Meu amante foi tomar um banho e enquanto isso conversei com meu corninho e falei que agora era assim, e que ele teria que fazer tudo que eu quisesse, quando ele voltou do banho passei a chupa-lo novamente e chamei meu marido para me beijar, ele relutou, mas puxei sua cabeça e comecei a beija-lo alternando com as chupadas no pau de meu amante, e fui arrastando sua cabeça ate beija-lo com o pau do Paulo no meio de nossas bocas, foi quando coloquei o pau na boca dele e o obriguei a me ajudar a chupar, o Paulo ficou louco com a combinação, ele estava sendo chupado por uma mulher casada, na frente do marido e ainda transformando o corno em viadinho.
Foi quando eu e Paulo tivemos a idéia de judiar um pouquinho mais de meu corninho, tirei sua roupa, mostrei seu pintinho para o Paulo e mandei que ele ficasse de quatro porque ele não podia ser homem, ter um pau tão pequeno, deixar outro meter na boca, na buceta e dirigir o caralho outro para entrar no cu de sua mulher, ajudar a sua mulher a chupar outro homem, ele não era mais o homem da casa e por isso ele ia dar para meu amante, ele xingou, brigou, mas impus uma condição, ou aceitava ou podia fazer as malas e ir embora, ele chorando se pôs de quatro, abri bem sua bundinha, dei uma lambida em seu cusinho e dirigi o caralho do Paulo que foi entrando com muita dificuldade e arrancando gemidos e lagrimas dos olhos de meu corninho. Ai foi o grande final para humilhar meu corninho, Paulo pediu para eu ficar de quatro ao lado de meu marido e passou a alternar as metidas, metia em mim, tirava e metia em meu corninho, essa acho que foi a maior humilhação para ele, ver outro comer sua mulher e ele ao mesmo tempo, desse dia em dia passou a ser corno e viado.
Após gozar o Paulo tomou outro banho comigo, onde me comeu mais uma vez em baixo do chuveiro, se arrumou, se despediu de meu corninho que estava largado no chão e me beijando foi embora.
Hoje meu corninho aceita tudo e participa numa boa, acabei ganhando um marido que me ama, me sustenta e deixa-me transar com quem quiser.
Quem quiser saber mais é só me escrever. Neide_carente@yahoo.com.br Um beijo a todos.[

[Video] Corno pagando de machão

sábado, 31 de maio de 2014

[Vídeo] EU METENDO CHIFRE NO CORNO DO PAULINHO

sexta-feira, 30 de maio de 2014

[ANUNCIO] Aventureiros

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Nome ou apelido do casal: Aventureiros


E-mail para contato: aventureiros19@hotmail.com

O que procuram:
Somos um casal de Belo Horizonte, cuja a esposa é uma puta bem vadia e adora um pau diferente e o marido é um corno manso que adora vê-la espetada e rebolando em outro caralho. Somos os Aventureiros. O e-mail é: aventureiros19@hotmail.com. Enquanto mando este e-mail a minha piranha está dando para um outro macho dela, desde o meio dia e só volta a noite, toda fodida, pra ser comida dobrada depois. As fotos falam por nós...rs.... Homens preferencialmente solteiros, independentes, com experiência em sex com mais de duas pessoas e de BH ou que tenham disponibilidade prá viajar.









[VIDEO] Corno Lambe Esposa Gozada pelo Amante

[Video] Putinha submissa dando pro negão

quarta-feira, 28 de maio de 2014

 

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